A Importância dos Negócios Escaláveis na Nova Economia

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Quando olhamos para os novos modelos de negócios que surgem através da inovação disruptiva, característica da nova economia, percebemos a imediata relação que esses têm com a tecnologia, mais especificamente com a internet móvel, aplicativos, armazenagem em nuvem, e principalmente smartphones. É notório o imenso potencial, que esses novos negócios têm, de transformar as relações comerciais, econômicas, de trabalho, e, portanto, alterar todo o tecido social e o establishment.

A cada dia, novos negócios são criados e modelados visando oferecer ao mercado soluções inovadoras, na grande parte das vezes, baseados em bens intangíveis, e, quase sempre, focados na tentativa de causar impacto social. Possuem DNA disruptivo e, por definição, admitem ciclos de vida mais curtos. Portanto, se esses novos empreendedores quiserem sobreviver a mais de cinco anos, precisam se reinventar a cada dia, pois sempre haverá alguém disposto a fazer o que já é feito de forma mais rápida e com um custo menor.

São essas “amarras” ou condicionantes que criam o ambiente necessário para que os negócios possam ser, desde o seu início, pensados e modelados de forma escalável. Esse será cada vez mais um requisito essencial para um empreendimento ser bem-sucedido. Todos os serviços e produtos precisarão ter uma definição de propósito que os faça oferecer algo mais além do óbvio. Caso contrário, este empreendimento não sobreviverá às exigências da nova economia e desse novo consumidor.

Neste particular, ser escalável passa ser condição básica e essencial para oportunizar ganhos, realizar lucros em ciclos cada vez mais curtos, viabilizar o start das operações com menor volume de investimento possível. Tudo isso oportuniza a expansão dos projetos, das marcas e consolida uma nova forma de fazer e pensar negócios.  

Conceito:

Dizemos que um negócio é escalável quando ele permite a projeção de crescimento e um consequente aumento nas receitas, sem que haja o aumento proporcional dos custos operacionais. Isso ocorre em função de características específicas que são pensadas na fase de projeto e que, via de regra, oferecem resposta a uma necessidade ainda não atendida pelo mercado.

Então, para ser considerado escalável um negócio precisa:

  1. Ter processos automatizados e oferecer produtos e serviços padronizados. A customização geralmente vai na contramão da escalabilidade.
  2. Ser ensinável. Isso permite que todos os processos possam ser facilmente replicados e transmitidos para todos os colaboradores.
  3. Envolver produtos/serviços que não sejam medidos em commodities e que agreguem valor pelo benefício único ou pelo conhecimento transmitido ao seu consumidor.
  4. Ser recorrente, ou seja, que o seu consumo seja feito em ciclos curtos.
  5. Ter sincronia entre força de vendas/marketing com a capacidade logística de produção e entrega. Isso é fundamental para que se possa atender grandes pedidos.

Em resumo:

A nova economia exige de empreendedores e empresas adaptação às novas tecnologias disruptivas. Também é necessário entender o comportamento deste novo consumidor. Conectado e cada vez mais protagonista das decisões do “quê” e do “porquê” produzir. Bem-vindos ao mercado do propósito. As marcas, cada vez mais, terão que se posicionar ideologicamente. O novo consumidor cobrará isso e, em retribuição, se comportará, cada vez mais, como um embaixador leal, que promove e se compromete com o progresso e longevidade de seus produtos/serviços/empresas preferidos.

Teremos cada vez mais…

  • Ciclos de vida mais curtos;
  • Menos emprego/mais trabalho;
  • Renda por produtividade;
  • Compartilhamento de produtos e serviços;
  • Produção de conteúdo co-participativo;
  • Tendência do co-woorking;
  • Sempre haverá alguém disposto a fazer mais barato e em menor tempo.

Quer saber mais…? Entre em contato Salvador, 19 de Fevereiro de 2019.

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